Livros O ser e a serenidade

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Ser e a serenidade, O

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Com este livro, Herculano Pires rasga uma nova perspectiva nas filosofias da existência. Essa moderna corrente de pensamento filosófico abre-se em várias direções: a começar com o misticismo de Kierkgaard, o protestante, e de Gabriel Marcel, o católico, vai diluir-se no transcendentalismo psicológico de Karl Jasper e fundir-se com o Marxismo, no ateísmo de Jean Paul Sartre e Simone de Beauvoir.
O autor reconduz, o Existencialismo às suas perspectivas espirituais, mas num sentido de paralelismo complementar do ontologismo de Martim Heidegger. Partindo de uma reflexão romântica sobre a serenidade, mergulha agudamente na problemática ontológica-existencial, para abrir uma nova frente de batalha existencialista: a do Existencialismo Interexistencial.
Em 1935, Herculano Pires escreveu aquilo que chamou de Trilogia do Serenista. “Hoje, procuro simplifica-la, diminuindo algumas palavras. E posso reproduzi-la assim: 1) Procura sempre a perfeição 2) Nunca te deixes abater 3) Eleva-te sempre às circunstâncias”.

ISBN 978-85-88849-40-2

152 páginas • 14x21 cm • R$ 20,00

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J. Herculano Pires

J. Herculano Pires

J. Herculano Pires foi o que podemos chamar de homem múltiplo. Filósofo, educador, jornalista, escritor, parapsicólogo, romancista, poeta, fiel tradutor de Kardec, em todas as atividades – inclusive, fora do movimento espírita – sua inteligência superior iluminada pelo espiritismo e aliada a uma cultura onímoda e humanística brilhou com grande magnitude, fazendo o público crescer espiritualmente.

Espírita desde os 22 anos de idade (foi menino-prodígio), ninguém no Brasil e no estrangeiro mergulhou tão fundo na obra da codificação kardeciana e ninguém defendeu mais – e com mais competência do que ele – a pureza doutrinária, que colocava acima das instituições e dos homens.

O espírito Emmanuel, por meio do médium Chico Xavier, declarou ser Herculano Pires "o metro que melhor mediu Kardec" e "a maior inteligência espírita contemporânea".


Editorial

Uma tomada de consciência

J. Herculano Pires

O apego ao contingente, ao imediato, apaga na consciência dos nossos dias o senso da responsabilidade espiritual. Nem mesmo a ronda constante da morte consegue arrancar o homem atual da embriaguez do presente.

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