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Introdução à filosofia espírita

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Um filosofo, um professor de filosofia, um pensador honesto e até mesmo uma simples criatura de bom-senso, não podem negar a existência da Filosofia Espírita, a menos que não saibam o que essa palavra significa. Muito menos negar a natureza filosófica de O Livro dos Espíritos, que é um verdadeiro tratado de Filosofia. Veja-se por exemplo, como Yvonne Castellan, que não é espírita, encara esse livro em seu estudo sobre o Espiritismo. Consulte-se o Dicionário Técnico e Científico de Filosofia, de Lallande. E leia-se o admirável ensaio de Gonzáles Soriano, desafiadoramente intitulado El Espiritismo es la Filosofia.
A definição de filosofia que subsiste como essencial é a de Pitágoras “Amor da Sabedoria”. Daí a exatidão do axioma: “A Filosofia é o pensamento debruçado sobre si mesmo”. Assim, o objeto da Filosofia é ela mesma, não está fora, mas dentro dela. Podemos defini-lo como a relação entre o pensamento e a realidade. Essa a razão de Gonzáles Soriano afirmar que o Espiritismo é a Filosofia.

ISBN 85-88849-36-4

98 páginas • 11x15 cm • R$ 15,00

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J. Herculano Pires

J. Herculano Pires

J. Herculano Pires foi o que podemos chamar de homem múltiplo. Filósofo, educador, jornalista, escritor, parapsicólogo, romancista, poeta, fiel tradutor de Kardec, em todas as atividades – inclusive, fora do movimento espírita – sua inteligência superior iluminada pelo espiritismo e aliada a uma cultura onímoda e humanística brilhou com grande magnitude, fazendo o público crescer espiritualmente.

Espírita desde os 22 anos de idade (foi menino-prodígio), ninguém no Brasil e no estrangeiro mergulhou tão fundo na obra da codificação kardeciana e ninguém defendeu mais – e com mais competência do que ele – a pureza doutrinária, que colocava acima das instituições e dos homens.

O espírito Emmanuel, por meio do médium Chico Xavier, declarou ser Herculano Pires "o metro que melhor mediu Kardec" e "a maior inteligência espírita contemporânea".


Editorial

Uma tomada de consciência

J. Herculano Pires

O apego ao contingente, ao imediato, apaga na consciência dos nossos dias o senso da responsabilidade espiritual. Nem mesmo a ronda constante da morte consegue arrancar o homem atual da embriaguez do presente.

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Arigó – vida, mediunidade e martírio,
escrita por J. Herculano Pires.

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Fatos sobre a vida do professor
J. Herculano Pires, narrados por familiares
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